Um buquê de luz solar

domingo, 27 de julho de 2014


Sunny é uma das mais bonitas canções de amor contemporâneas e por isso foi uma das músicas mais gravadas por uma diversidade de artistas, desde José Feliciano ou Stevie Wonder até Frank Sinatra e cantada e dançada por (incalculáveis) milhões de pessoas das mais variadas latitudes. Sunny (que quer dizer ensolarado / ensolarada) foi escrita pelo cantor e compositor negro Bobby Hebb (26 de julho de 1938-3 de agosto de 2010) que conseguiu casar una letra de espírito sentidamente amoroso com uma música que destila reminiscências do gospel. Filho de cantores negros de rua, Hebb  nasceu em Nashville, a capital do estado norte-americano de Tennesse, apelidada de Music City (cidade da música) por ser um centro importante da indústria discográfica.

A versão de Tom Jones e Ella Fitzgerald registrada no vídeo embaixo é uma das melhores. Filmada em 1970, parece ser uma música de estos dias. E é assim, Sunny tem uma vigência absoluta pois é uma canção solar. Vale a pena conferir... 


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Poliamor é apelo de nossa natureza

terça-feira, 22 de julho de 2014


*Por Alú Rochya

Luz tem dois maridos. Seus maridos são, vamos dizer, tolerantes com as vivências amorosas que Luz ainda procura por fora do duplo matrimônio. Constantina disse não resistir desejar a mais de uma pessoa ao mesmo tempo e então curte varios namorados. Coisa parecida sucede com Leandro que ainda procura seu grande e único amor mas por enquanto mantém relacionamentos simultáneos e destapados com tres garotas. E por aí vão as experiências reais do chamado poliamor retratadas, tempo atrás, numa matéria que agora eu rescatei do meu arquivo.

Mas o que é esse negócio do poliamor? Bem, o assunto, assim com esse nome, floreceu nos Estados Unidos, na década de 1980 e enseguida tornou-se um movimento social, o polyamory, dito em inglés. Indo na contramão da clássica monogamia, os poliamorosos achavam que para as pessoas era mais natural, saudável e feliz amar a mais de um congénere ao mesmo tempo e ser amado e curtido também por mais de um. Porém a nova onda -e a polêmica inevitável- ficou restrita àquele país, Inglaterra e Alemanha. Muito fogo teve que arder por baixo dos lençois até acontecer a Primeira Conferência Internacional sobre Poliamor em Hamburgo, Alemanha, já em novembro de 2005 e colocar o assunto na agenda de um mundo com seus sistemas e morais dominantes em xeque.

Ora bem, nesse tempo todo, nos trópicos sul-americanos não houve movimentos sociais, ONGs ou coisa parecida. Publicamente a nova bossa quase que não veio à tona. Porém, caladinho, o pessoal já experimentava direito na sua própria pele. Não foi por acaso que Dona Flor e seus dois maridos fora um sucesso singular e até estranho. O romance de Jorge Amado foi um fenómeno que saiu das livrarias para o cinema derrubando recordes de bilheteria, se apoderou do horário nobre da televisão feito novela e estourando ibopes, para voltar às livrarias devorando uma edição após outra.

O que será, que será?
Os brasileiros celebravam aquele triângulo amoroso por alguma razão. Alguma coisa até então não dita, não explicitada socialmente havia existido até aí em estado latente no coração, na psique, na memória celular dos maridos e das donaflores de todo canto e recanto. O povo não perdia tempo em ensaios sociológicos, porém aplaudia –maroto, alegre, entusiasmado- a prática aberta da bigamia exhibida pela bela e sensual quituteira baiana.

A maciça aprovação social que a poliamorosa Dona Flor obtinha para curtir dois maridos ao mesmo tempo e na mesma cama era o álibi que a manha brasileira achou para faturar a implícita autorização moral do eterno, famoso e sempre condenado corno. As mulheres, claro, adoravam o comportamento desregrado de Dona Flor e sonhavam com protagonizar uma estorinha dessas na vida real. Os homens consentiam na malícia, sabedores da lei da reciprocidade.

Depois da vanguardista Dona Flor a monogamia perdeu seu status de lei irretocável. O próprio filme levou isso tudo a outros países da América Latina, onde o sucesso tinha as mesmas raízes: a vontade de acabar com o papo moralista da monogamia e tornar a questão da fidelidade em isso mesmo, uma questão, uma interrogação, algo a ser interpelado, revisado.

Acontece que o mundo muda. Mesmo que não pareça, muda, sim. E o está fazendo rapidinho, viu? Enquanto uma maioria desastrada faz com que o globo se pareça com o planeta dos símios, tem gente por aí prestando ouvidos a sua alma e às novidades que ela traz.

O karma continua estando aí, como uma energia antiga, caindo em desuso, ainda que continue disposto a fazer o velho serviço de nos guiar em nossa caminhada pela vida. No entanto, a gente evoluiu o necessário para adotar decisões independente do karma, em pleno goze da abençoada liberdade. O livre arbítrio está aí, a nossa inteira disposição. É só dizer "adeus, karma, obrigado por tudo, valeu..." e começar a caminhar com as próprias pernas. O mundo, a vida e o próprio ser humano são vastos territórios para serem atravessados em corajosas aventuras propiciadoras de maravilhosas descobertas. Amar e permitir ser amado de maneira múltipla e simultânea parece ser uma delas. Será?

Muito mais que sexo livre
Para os poliamorosos (gosto mais do termo poliamoroso do que poliamorista) a monogamia não é um princípio nem uma necessidade. Eles acatam o impulso natural do ser humano de se relacionar com várias pessoas ao mesmo tempo. Isso é assim porque o sexo não é tido como a base dos relacionamentos amorosos mas sim o companheirismo e a amizade. A idéia principal é admitir uma variedade de sentimentos que se desenvolvem em relação a várias pessoas.

O clássico romantismo do amor tipo Romeu e Julieta, onde uma pessoa pode completar outra e dois parceiros vão se transformar numa só pessoa, vai ficando velhinho. Sem idealização, você pode se relacionar com a pessoa do jeito que ela é, mesmo que ela não seja aquela coisa absoluta da completude. Dessa maneira os espaços antes restritos a uma pessoa só agora se ampliam dando lugar a outras pessoas que também podem ser amadas ao mesmo tempo.

       
Mas onde é que pode se achar o fio da meada? A psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda, brinda uma pista: “A partir de 1940 –aproximadamente-, o amor romántico se converteu em um fenómeno de massas; todos passaran a desejar esse amor que propoe a fusão dos amantes. Porém, depois chegou a pílula que separou o sexo da procreação e juntou o sexo com o prazer. Entretanto, nossa época se caracteriza pela busca da individualidade. Assim, a idéia da fusão deixa de ser atraente e fica pra trás a exigencia da exclusividade".

Uma pessoa poliamorosa não aceita a idéia de que o parceiro possa completá-la de todas as maneiras e nem mesmo que os dois vão se transformar numa só pessoa. Falando sério, ninguém tem a capacidade de complementar a outra pessoa em todos os aspectos e ainda menos suprir todas suas necessidades. Super-homem e Mulher Maravilha, só na fantasia.

Os praticantes do poliamor se liberaram da maluquice de andar pela vida procurando o par perfeito. Eles puderam deixar de lado esa obsessão ao experimentar uma visão mais realista das coisas que lhes permite reconhecer as limitações próprias e do outro. Isso permite uma maior compreensão dos defeitos e das diferenças dos parceiros. Essa prática ajuda a romper aquele medo da solidão, do abandono, da traição, típico das relações monogâmicas.

Chega de ciumentos
Para a Regina, o conceito de fidelidade é um valor imposto. Ela afirma que no principio a idéia de casal, de parcería, não existía. “Cada mulher pertencia a todos os homens por igual e cada homem, a todas as mulheres”. Ela pesquisou que, quando foi estabelecido o sistema patriarcal, uns cinco mil anos atrás, começou a exigir-se fidelidade da mulher, porque o homem tinha medo de deixar sua herança a um filho de outro. E com a chegada do cristianismo, a fidelidade foi ordenada para ambos gêneros. “E a partir de então, o sexo exercido só como prazer passou a ser considerado abominável”.


É por isso que para os poliamorosos, o qualificativo de traição é sinônimo de posse. Antes tinha a ver com a posse dos bens. Já sem bens, o interesse passou para a posse da pessoa mesma. O amor verdadeiro não requer possessividade e sim liberdade. O fato do parceiro vir a se sentir atraído ou até mesmo amar outra pessoa não significa que esteja deixando de amar seu primeiro companheiro e sim que encontrou em outra pessoa outra característica que lhe agrada e que o complementa.

Os ciumes são coisa corriqueira porque (mal) aprendimos que quem ama não sente interesse por mais ninguém, disse a Regina e acrescenta: “Os homens como as mulheres podem amar alguém, ter um sexo ótimo e mesmo assim desejar um relacionamento com outra pessoa. Variar é bom”. Ela acha que nenhum relacionamento fica questionado pela mera existência de outro relacionamento. Cada relação deve ser avaliada pela sua capacidade intrínseca de manter-se e se desenvolver, independente de tudo.

Poliamor responsável
Os poliamorosos argumentam que transparentando tudo você consegue que os seus parceiros sejam mais honestos entre si, sendo a fidelidade já não uma imposição social, moral ou religiosa mas um sinônimo de confiança mútua.

Não se trata de trocar uma obsessão por outra. Por tanto o poliamor também não é a busca obsessiva de novas relações mas sim o fato de ter essa possibilidade sempre em aberto, naturalmente. E demanda total honestidade, porque o princípio é que todas as pessoas envolvidas deven estar à par da situação e se sentir confortáveis com ela, nem enganando nem magoando ninguém.

Assim, defendem a possibilidade de envolvimentos responsáveis, profundos e até mesmo duradouros com dois ou mais parceiros, simultaneamente.
Aceitando o princípio de que nada e perfeito, aceita-se que poliamor tem suas vantagens e desvantagens. Com a alma liberada, permite uma importantíssima redução do estresse pois você não precisa andar mentindo, enrolando, ocultando para ter o outro em sua vida. Com um leque maior de alternativas a satisfação sexual também é maior. Aprendizado de tolerância, clareza dos sentimentos, paz de espírito afetivo e educação conjunta de filhos, são ganhos certos. E até pode-se fazer economia doméstica, já que a relação pode envolver mais de duas pessoas.

Do lado dos contras, deve se ter em conta que a casa fica maior, é necessário ter habilidade de negociação, aprender a lidar com o repúdio e incredulidade social e que nem sempre é fácil liquidar o ciúme e o sentimento de posse.

O mundo anda precisando é de muito amor, para abrigarnos. E as pessoas andam precisando de muita liberdade para poder se encontrar a si mesmas. O poliamor parece ser uma interesante contribução nos dois sentidos. Dona Flor já fez sua parte. Agora, é com a gente.t 
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Que me palpen de armas

sexta-feira, 18 de julho de 2014


Creo en el amor como en la experiencia más maravillosa de la existencia
y como generador de toda clase de alegrías.
Y en el amor correspondido, como la felicidad misma.
Pero no fui educado para él, ni para la felicidad, ni para el placer.
Porque fui advertido malamente contra la entrega 
y el gozoso abandono que supone.

Cada día, entonces, todavía, es una ardua conquista, 
una trasgresión, una desobediencia debida a mí mismo, una porfía.
La laboriosa tarea de desaprender lo aprendido,
el desacato a aquél mandato primario y fatal,
a aquél dictamen según el cual se gana o se pierde,
se ama o se es amado, se mata o se muere.

La vida, por lo tanto, no me ha endurecido, 
ese sea tal vez mi mayor logro.

Que me palpen de armas.
Dejo a un lado, si es que alguna vez tuve o me queda,
toda arma que sirva para volverse temible, para someter, para acumular,
para ser poderoso, para triunfar en un mundo de mano armada,
en el que la felicidad se compra con tarjeta de crédito.

No quiero que la lucidez me cueste la alegría,
ni que la alegría suponga la necedad o la ceguera.
Pero no me es fácil, me cuesta vivir a contratiempo,
con la sensación de ser testigo de un desatino histórico gigantesco,
de un extravío descomunal, tan irracional,
absurdo o desolador como la bomba de neutrones.

No entiendo al mundo.
Me parece, como dice Serrat, que ha caído en manos de unos locos con carnet.
Me siento ajeno a la debacle, pero en el medio de ella.
Mi vida es apenas un instante en el océano del tiempo
y es como si quisiera que ese instante fuera sereno y hondo,
en el medio de una ensordecedora discoteca
o de un holocausto definitivo, siempre a punto de estallar.

Me desazona la banalización de la vida.
El pavoneo de la insensatez.
El triunfo de la prepotencia y de la ostentación.
La deshumanización salvaje de los poderosos.
La aceptación y el elogio del “sálvese quien pueda”.
La práctica y la prédica del desamor y de la histeria.
Me descorazona la idiotez colectiva.
La idealización de lo superfluo.
El asesinato de la inocencia.
El descuido suicida de lo poco que merecería nuestro mayor esmero.
El desconocimiento o el olvido de nuestra propia condición.

Me conmovió, no hace tanto, que el cosmólogo Sagan,
en un artículo extenso, escrito como desde un punto perdido
en el infinito del espacio desde el cual el mundo se observa
como una bolita cachuza, terminara diciéndonos:
“Besen a sus hijos”.
Escuchemos a esos hombres, sigámoslos, leamos a los poetas.
No permitamos que el misterio de la existencia deje de estremecernos cada día,
porque es el costo más alto que podemos pagar por nuestra necedad y nuestra omnipotencia.

La vida de un árbol merece nuestra devoción
y nuestro más grande regocijo;
al amparo gozoso de su sombra, acariciados por la tibieza de la luz del sol
y arrullados por el sonido mágico e irrepetible de su follaje,
mecido por la mano invisible del viento,
estaremos a salvo de la alienación y de la orfandad.
Siempre y cuando seamos capaces de apreciar esa gloria,
mientras nos sea posible reconocer en ella nuestra mayor riqueza.

Que la muerte no nos hiera en vida, que la ferocidad no nos pueda el alma.
Que nada troque nuestra dicha de estar despiertos.
Que una caricia nos atraviese como una flecha jubilosa y radiante.
Besemos a los que amamos.
Amémonos.


(Poema de Oscar Martínez, actor argentino)
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Me encanta Dios...

segunda-feira, 14 de julho de 2014


... sííí, me encanta DioS!!!



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Somos lo que pensamos

sexta-feira, 11 de julho de 2014


Hasta ahora lo decían los iluminados, los meditadores y los sabios; ahora también lo dice la ciencia: son nuestros pensamientos los que en gran medida han creado y crean continuamente nuestro mundo. “Hoy sabemos que la confianza en uno mismo, el entusiasmo y la ilusión tienen la capacidad de favorecer las funciones superiores del cerebro". La afirmación entrecomillada pertenece a Mario Alonso Puig, médico cirujano, 48 años, español de Madrid y entusiasta difusor de una ciencia de nombre extenso y complicado: la psiconeuroinmunobiología.

El medico madrileño explica que "la zona prefrontal del cerebro, el lugar donde tiene lugar el pensamiento más avanzado, donde se inventa nuestro futuro, donde valoramos alternativas y estrategias para solucionar los problemas y tomar decisiones, está tremendamente influida por el sistema límbico, que es nuestro cerebro emocional. Por eso, lo que el corazón quiere sentir, la mente se lo acaba mostrando”. Y remata su afirmación con un testimonio de su propia experiencia: "puedo atestiguar que una persona ilusionada, comprometida y que confía en sí misma puede ir mucho más allá de lo que cabría esperar por su trayectoria".

- Bien... ¿Y qué es eso de la psiconeuroinmunobiología?
- Es la ciencia que estudia la conexión que existe entre el pensamiento, la palabra, la mentalidad y la fisiología del ser humano. Una conexión que desafía el paradigma tradicional. El pensamiento y la palabra son una forma de energía vital que tiene la capacidad (y ha sido demostrado de forma sostenible) de interactuar con el organismo y producir cambios físicos muy profundos.

- ¿De qué se trata?
- Se ha demostrado en diversos estudios que un minuto entreteniendo un pensamiento negativo deja el sistema inmunitario en una situación delicada durante seis horas. El distrés, esa sensación de agobio permanente, produce cambios muy sorprendentes en el funcionamiento del cerebro y en la constelación hormonal.

- ¿Qué tipo de cambios?
- Tiene la capacidad de lesionar neuronas de la memoria y del aprendizaje localizadas en el hipocampo. Y afecta a nuestra capacidad intelectual porque deja sin riego sanguíneo aquellas zonas del cerebro más necesarias para tomar decisiones adecuadas.

- ¿Tenemos recursos para combatir al enemigo interior?
- Un valioso recurso contra la preocupación es llevar la atención a la respiración abdominal, que tiene por sí sola la capacidad de producir cambios en el cerebro. Favorece la secreción de hormonas como la serotonina y la endorfina y mejora la sintonía de ritmos cerebrales entre los dos hemisferios.

- ¿Cambiar la mente a través del cuerpo?
- Sí. Hay que sacar el foco de atención de esos pensamientos que nos están alterando, provocando desánimo, ira o preocupación, y que hacen que nuestras decisiones partan desde un punto de vista inadecuado. Es más inteligente, no más razonable, llevar el foco de atención a la respiración, que tiene la capacidad de serenar nuestro estado mental.

-¿Dice que no es más razonable?
- Siempre encontraremos razones para justificar nuestro mal humor, estrés o tristeza, y esa es una línea determinada de pensamiento. Pero cuando nos basamos en cómo queremos vivir, por ejemplo sin tristeza, aparece otra línea. Son más importantes el qué y el porqué que el cómo. Si el corazón lo desea la mente lo crea.

- Exagera.
- Cuando nuestro cerebro da un significado a algo, nosotros lo vivimos como la absoluta realidad, sin ser conscientes de que sólo es una interpretación de la realidad.

- Más recursos…
- La palabra es una forma de energía vital. Con tomografías de emisión de positrones se ha podido fotografiar cómo las personas que decidieron hablarse a sí mismas de una manera más positiva, específicamente personas con transtornos psiquiátricos, consiguieron remodelar físicamente su estructura cerebral, precisamente los circuitos que les generaban estas enfermedades.

- ¿Podemos cambiar nuestro cerebro con buenas palabras?
- Santiago Ramon y Cajal, premio Nobel de Medicina en 1906, dijo una frase tremendamente potente que en su momento pensamos que era metáforica. Ahora sabemos que es literal: “Todo ser humano, si se lo propone, puede ser escultor de su propio cerebro”.

- ¿Seguro que no exagera?
- No. Según cómo nos hablamos a nosotros mismos moldeamos nuestras emociones, que cambian nuestras percepciones. La transformación del observador (nosotros) altera el proceso observado. No vemos el mundo que es, vemos el mundo que somos.

- ¿Hablamos de filosofía o de ciencia?
- Las palabras por sí solas activan los núcleos amigdalinos. Pueden activar, por ejemplo, los núcleos del miedo que transforman las hormonas y los procesos mentales. Científicos de Harward han demostrado que cuando la persona consigue reducir esa cacofonía interior y entrar en el silencio, las migrañas y el dolor coronario pueden reducirse un 80%.

- ¿Cuál es el efecto de las palabras no dichas?
- Solemos confundir nuestros puntos de vista con la verdad, y eso se transmite: la percepción va más allá de la razón. Según estudios de Albert Merhabian, de la Universidadde California (UCLA), el 93% del impacto de una comunicación va por debajo de la conciencia.

- ¿Por qué nos cuesta tanto cambiar?
- El miedo nos impide salir de la zona de confort, tendemos a la seguridad de lo conocido, y esa actitud nos impide realizarnos. Para crecer hay que salir de esa zona. Arriesgar y arriesgarse.

- La mayor parte de los actos de nuestra vida se rigen por el inconsciente.
- Reaccionamos según unos automatismos que hemos ido incorporando. Pensamos que la espontaneidad es un valor; pero para que haya espontaneidad primero ha de haber preparación, si no sólo hay automatismos. Cada vez estoy más convencido del poder que tiene el entrenamiento de la mente.

- Entrenar la mente???...Deme alguna pista.
- Cambie hábitos de pensamiento y entrene su integridad honrando su propia palabra. Cuando decimos “voy a hacer esto” y no lo hacemos, alteramos físicamente nuestro cerebro. El mayor potencial es la conciencia.

- Ver lo que hay y aceptarlo.
- Si nos aceptamos por lo que somos y por lo que no somos, podemos cambiar. Lo que se resiste persiste. La aceptación es el núcleo de la transformaciónt 

| Vía La Vanguardia (de Barcelona)
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Religião e espiritualidade

quarta-feira, 9 de julho de 2014


A religião não é apenas uma, são centenas
a espiritualidade é apenas uma só

a religião é para os que dormem
a espiritualidade é para quem estão despertos

a religião é para aqueles que precisam que alguém lhes diga o que fazer
a espiritualidade é para os que prestam atenção a sua voz interior

a religião tem um conjunto de regras dogmáticas que debemos acatar
a espiritualidade nos convida a raciocinar sobre tudo, a nos questionar sobre tudo

a religião ameaça e atemoriza
a espiritualidade brinda paz interior

a religião fala de pecado e de culpa
a espiritualidade disse: aprende com o erro

a religião reprime
a espiritualidade transcende

a religião não é Deus
a espiritualidade é tudo e, por tanto, é Deus

a religião afirma, não indaga
a espiritualidade se pergunta por todo

a religião é humana, uma organização com regras
a espiritualidade é divina, sem regras

a religião é causa de divisões
a espiritualidade é causa de união

a religião segue os preceptos de um livro considerado sagrado
a espiritualidade  procura o sagrado em todos os livros

a religião nos faz viver no pensamento
a espiritualidade nos faz viver na consciência

a religião se alimenta do medo
a espiritualidade se alimenta da confiança e da fé

a religião alimenta o ego
a espiritualidade  nos faz transcender

a religião é adoração
a espiritualidade é meditação

a religião sonha com a glória e com o paraíso
a espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora

a religião acredita na vida eterna
a espiritualidade  nos faz consciente da vida eterna

a religião nos promete que encontraremos a Deus depois da morte
a espiritualidade  nos permite encontrar a Deus em nosso interior durante a vidat 
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